Impactos da Computação em Nuvem na Transformação do Negócios

Impactos da Computação em Nuvem na Transformação do Negócios

Executivos em todo o mundo estão cada vez mais preocupados com outros impactos que a Computação em Nuvem pode produzir, além de aumentar sua eficiência de custos e sua agilidade.

As questões passam por vários eixos. Como a Computação em Nuvem pode:

  • Transformar o modo como se produzem e realizam negócios?
  • Conectar os clientes e aproximá-los mais da empresa?
  • Tornar os funcionários mais engajados, satisfeitos e aumentar sua produtividade?

A seguir veremos os resultados de uma interessante e recente pesquisa da KPMG(1).

O uso de Cloud Computing tem drivers ligados a transformação e não somente a benefícios de custos

A seguir, 10 formas como as empresas estão usando computação em nuvem para gerar transformações nos seus negócios (2014).

Obviamente, o maior uso da computação em nuvem está associado a aumento da eficiência de custos. Mas a pesquisa revela que um crescente número de empresas está usando tecnologias de nuvem para permitir mudanças em larga escala dentro de negócios individuais ou na empresa como um todo.

TRANSFORMAÇÃO DOS NEGÓCIOS

Essas transformações incluem habilitar força de trabalho flexível e móvel (42%), aumentar o alinhamento e a interação com clientes, fornecedores e parceiros de negócios (37%) e melhorar a alavancagem dos dados, que permitem tomar melhores decisões de negócios.

Este resultado sugere que, para muitas empresas, a adoção de computação em nuvem realmente se converteu numa solução transformativa. Que ajuda as empresas a avançarem em suas iniciativas estratégicas e atingir suas metas de negócio. A nuvem tem ajudado essas transformações em larga-escala, em 3 vetores fundamentais:

  • Escalar com Rapidez: TI provisiona e modifica infraestruturas complexas muito mais rapidamente que em sistemas anteriormente existentes;
  • Agilidade: a nuvem permite que as organizações sejam mais rápidas e ágeis para acompanhar necessidades de negócio que estão sempre mudando;
  • Funcionalidades: usando Cloud, as empresas podem tirar vantagens das inovações com mais facilidade – reduzindo a necessidade de investimentos incrementais na tecnologia de infraestrutura de suporte.

As empresas que estão tendo uma abordagem puramente focada em redução de custos estão perdendo oportunidades adicionais (que outras empresas estão aproveitando).

Caso da AT&T

Na AT&T, cloud ajuda a ter abordagens interativas, ágeis e efetivas em custo para obter transformações, ao permitir que a transformação possa ocorrer em diversas frentes  simultaneamente, reduzindo complexidade e acelerando resultados. De acordo com seu vice-presidente de Operações de TI, a tecnologia de cloud é crítica para 5 distintas transformações que fazem parte de um planejamento que vai até 2020:

  1. Infraestrutura: A AT&T está reformulando o jeito como a empresa considera a infraestrutura de TI, incluindo a migração de aplicações para o ambiente de nuvem;
  2. O negócio comercial: Os clientes externos da AT&T começaram a se mover para a nuvem. A empresa está focalizada em atender suas necessidades nesse espaço (de negócio) e manter seu papel de liderança de “hosting”;
  3. Big Data: AT&T está começando a olhar como é possível monetizar e utilizar seus volumes de dados internos;
  4. Produtos e Serviços: A AT&T está criando produtos e serviços completos que estão sendo disponibilizados através da nuvem;
  5. A rede: A AT&T está se deslocando da rede tradicional para a nuvem para acelerar o crescimento do volume de serviços ofertados, além de fornecer uma entrega mais rápida de seus produtos e serviços para os seus clientes.

Cloud E “Foco” Nos Clientes (Customer Centricity)

O impacto da “consumerization” é uma tendência em curso que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ignorar e está refletida na forma como as empresas estão abordando a adoção de soluções na nuvem.

Para quem não é da área, consumerização[1] é o impacto específico que tecnologias originadas pelo consumidor podem ter sobre as empresas. O termo reflete como as empresas serão afetadas e como podem tirar proveito de novas tecnologias e modelos que se originam e se desenvolvem no espaço do consumidor, ao invés de surgirem no setor de TI da empresa. Consumerização não é em si uma estratégia ou algo que possa ser “adotado”. Consumerização é algo que pode ser abraçado e tratado, se possível de forma contínua.

O conceito de “Customer Centricity”[2] é antigo no marketing e seus benefícios tem sido discutidos por mais de 60 anos. Mesmo assim, até hoje, muitas empresas ainda estão tentando se alinhar plenamente a este paradigma de estar “centrado no cliente”.

Drucker (1954) escreveu em seu livro “The Practice of Management” que é o consumidor quem determina o que o negócio é, o que ele produz e se vai ou não prosperar”. Levitt (1960) propôs que as empresas não deveriam dar foco na venda de produtos e sim nas necessidades dos clientes. De acordo com Gartner, a importância do “foco nos clientes” só recentemente foi abraçada pela comunidade de negócios. Em 2003 uma pesquisa do Gartner Group estimava que lá pelo ano de 2007 menos de 20% das 1000 maiores empresas globais estaria preparada para alavancar com sucesso processos e capacidades centradas no consumidor. Ao mesmo tempo concluía que a equipe de marketing que devotava pelo menos 50% do seu tempo buscando novos processos e capacidades centrados no consumidor tinham um ROI de marketing 30% maior que seus pares, que não tinham essa ênfase.

O que está ocorrendo hoje? Hoje temos os consumidores digitais, experientes, que forçam as empresas a adotarem novas abordagens e a criarem novas ferramentas para se comunicarem com seus clientes existentes e em potencial (“prospects”).

A computação em nuvem permite melhor conectividade com os clientes – e favorece esse caminho de “feedback” ou retorno. Algo que até recentemente não existia sem ser por extensas, demoradas e onerosas pesquisas de mercado.

Na pesquisa da KPMG, 36% dos executivos apontou como o principal benefício da nuvem a habilidade de aumentar o alinhamento e a interação com os clientes.

Exemplo: Como varejistas e restaurantes estão usando a computação em nuvem para gerar transformações nos seus negócios

COMO VAREJISTAS E RESTAURANTES ESTÃO USANDO A COMPUTAÇÃO EM NUVEM PARA GERAR TRANSFORMAÇÕES NOS SEUS NEGÓCIOS

[1] Gartner IT Glossary – http://www.gartner.com/it-glossary/consumerization

[2] Journal of Service Research – The Path to Customer Centricity – http://jsr.sagepub.com/cgi/content/abstract/9/2/113

Caso de uma Rede de Hospitais que usa Cloud para relacionamento avançado com pacientes

Cancer Treatment Centers of America, uma rede nacional americana com cinco hospitais para tratamento de câncer, tem foco estratégico em oferecer experiência excepcional aos seus pacientes. A área de TI está usando soluções de nuvem para ir avante com essa missão.

 “Nosso planejamento estratégico sempre focaliza nossos pacientes e como podemos atendê-los melhor “, diz Kristin Darby, CIO da Cancer Treatment Centers of America. “Uma vez que temos esse entendimento, a partir de uma perspectiva de negócios, a forma como nós entregamos é praticamente uma decorrência que vem à tona, naturalmente. E nuvem é uma viabilizadora dessas soluções.”

A empresa está especificamente voltada a aplicações baseadas em nuvem que tenham foco na continuidade do relacionamento com seus pacientes fora de suas quatro paredes tanto durante como após o tratamento.

Ao aproveitar a tecnologia móvel baseada em nuvem, o CTCA pode receber mais relatórios de pacientes ao longo do dia, permitindo que os times responsáveis cuidem dos ajustes que devem ser feitos praticamente em tempo real.

“Nós não queremos que o relacionamento acabe quando o paciente nos deixa. Queremos saber como os pacientes estão indo, todos os dias”

Dicas Para Atingir O Máximo Do Potencial De Uso Da Computação Em Nuvem

Cloud Computing deixou de ser um assunto que só interessa à área de TI. É um assunto que merece atenção e apoio do corpo diretivo da empresa e até do conselho administrativo, para que sejam tomadas decisões estratégicas que irão impulsionar transformações e permitir inovações.

Na pesquisa da KPMG[1] ficou muito claro que as empresas que abraçaram Cloud como um tema de gestão – além de TI – têm maior potencial para aproveitar tudo o que a nuvem tem a oferecer.

Os analistas da pesquisa criaram 5 dicas para as empresas aumentarem o grau de sucesso de suas transformações através da nuvem e ficarem à frente de seus concorrentes.

[1] KPMG – Enabling Business In The Cloud – http://www.kpmginfo.com/EnablingBusinessInTheCloud/downloads/7397-CloudSurvey-Rev1-5-15.pdf#page=4

Faça a transformação com a nuvem ser um processo contínuo.

Para conseguir verdadeiros benefícios de longo prazo para os negócios, usando nuvem, sua adoção não deve ser encarada como mais um projeto de implementação de tecnologia, mas sim como uma jornada transformadora que se deriva da estratégia, quando é executada.

Impulsione as transformações com a nuvem a partir do topo da empresa.

Empresas com estrutura descentralizada, sem uma hierarquia clara para a tomada de decisões, podem fugir de mudanças potencializadas com a adoção de computação em nuvem – impedindo as transformações. Por isso é recomendável que as empresas procurem gerir os projetos de transformação com nuvem de forma centralizada, contando com uma equipe de nível sênior que supervisiona o processo de transformação e orienta as decisões estratégicas.

Dê foco para uma liderança forte e engajamento.

O alinhamento cultural em todos os níveis da organização é essencial para a gestão da mudança associada com as transformações em nuvem. A gerência executiva, o CEO, deve trabalhar para estabelecer uma cultura corporativa alinhada logo de início, fazendo com que outros líderes da empresa “comprem a ideia” e apoiem essa iniciativa em todas as áreas.

Evite “Panelinhas” (silos)

As transformações com o uso da nuvem têm sucesso quando as empresas estão aptas a absorver e abraçar mudanças em todos os aspectos do seu negócio. Nesse sentido, “áreas fechadas” ou “panelinhas” podem dificultar e comprometer os processos de transformação. O ideal é que a equipe de TI sempre trabalhe lado a lado com a equipe de negócios até que a nuvem realmente seja adotada na empresa.

Meça o sucesso

As empresas devem desenvolver projetos de transformação de nuvem que sejam realistas e que tenham resultados mensuráveis. Os avanços têm que poder ser comparados com os objetivos de negócio que são chave. Deve haver métricas claras, além de cronogramas, dando visibilidade dos resultados atingidos (numericamente e no tempo). Isso ajuda a manter o foco em alcançar os objetivos estratégicos.

O que tomadores de decisão não podem esquecer?[1]

  • A nova economia de mercado obriga as empresas a serem ágeis. Agilidade nos negócios é a habilidade de fazer melhorias e ajustes incrementais contínuos em processos e operações de forma que a empresa possa responder a novas condições impostas ao negócio assim que essas condições aparecem.
  • Empresas que compreenderem como otimizar seus custos de TI e diminuírem a participação de custos fixos nos seus orçamentos construirão um modelo de negócio mais ágil e correrão menos riscos;
  • Computação em Nuvem é um modelo de Estratégia de Negócios baseado em Agilidade e Capacidade de Resposta.
  • Tecnologia não é um fim em si mesma: ela é uma habilitadora de mudanças. Você deve encará-la como uma plataforma que suporta Processos de Negócio da sua empresa. A Computação em nuvem irá beneficiar sua empresa somente se estiver muito bem alinhada com os Processos e Objetivos do Negócio.

[1] Cloud Computing and impact on the business – pág. 22 – http://pt.slideshare.net/JuvnalCHOKOGOUE/cloud-computing-and-impact-on-the-business

 

Outras Referências:

  1. Elevating business in the cloud – 2014 – Pesquisa feita em 800 empresas líderes da indústria que elegeram Cloud como a tecnologia que terá o maior impacto na transformação de seus negócios – http://www.kpmg.com/us/en/topics/pages/cloud-takes-shape.aspx

Tudo o que você precisa saber sobre Computação em Nuvem nos seus negócios!

Computação em Nuvem para Gestores e Empreendedores

Computação em Nuvem para Gestores e Empreendedores

Não basta ter um site na internet: tem que fazer SEO e divulgar!

Não basta ter um site na internet: tem que fazer SEO e divulgar!

A Web completou 30 anos no início de 2019 e…

Dos 7.7 bilhões de terráqueos, 4.4 bilhões tem acesso à internet via dispositivos móveis (smartphones e tablets) e ou via computadores (laptops e desktops). A despeito de ser “apenas” 57% da população, esse pessoal detém, com certeza, mais de 98% do poder de compra do planeta!!! (basta lembrar que a riqueza no mundo é muito mal distribuída e que 50% da riqueza mundial está na mão de apenas umas 50 pessoas)… Resumindo, quem de fato tem poder de compra já está plugado na internet.

WORLDWIDE DESKTOP VS MOBILE VS TABLET MARKET SHARE

Desde 2018 as consultas à WEB via dispositivos móveis ultrapassou o uso via computadores pessoais, em grande parte devido à intensificação do uso de redes sociais nos celulares e desktops (e foi o que mais cresceu de 2019 comparado a 2018: 10%).

Mesmo assim, ainda há muitas empresas que sequer tem um site próprio na Internet…

Em 2019 chegamos à cifra de 2 bilhões de sites. Nem há muito sentido em se perguntar quantos sites novos surgem por dia: a cada MINUTO surgem 400 novos sites na internet.
 
O motivo é simples: nem tudo é comprado online, claro, mas tudo que é comprado é hoje primeiro pesquisado e e consultado on line – em redes sociais, blogs, sites de e-commerce e sites das empresas. Mesmo para dar um simples telefonema a uma empresa ou prestador de serviços. as pessoas buscam essa informação na internet.

Se sua empresa não tiver nada na internet, as chances de alavancar seu negócio são literalmente nulas. Seus serviços ou produtos só serão conhecidos por alguma indicação boca a boca ou, se sua empresa tem um ponto físico, por alguém que “acidentalmente” passar na sua porta. É um problema de “encontrabilidade física, geográfica”.

Empresas, empreendedores, prestadores de serviço de qualquer porte não podem mais se dar ao luxo de ignorar essa realidade. É necessário  ter um site próprio, claro, limpo, com informações objetivas e segmentadas por área de “preocupação/pesquisa” de clientes em potencial. Com endereço e, fundamental, telefone. Não é necessário ter um site sofisticado: o que é importante é ter o que os consumidores buscam e pesquisam.

Precisa anunciar o site na Internet?

Se você pensar que a WEB tem 2 bilhões de sites, você vai concordar comigo que a probabilidade de encontrar o seu site (mesmo que seja perfeito) é também praticamente nula. É mais fácil ganhar na mega-sena. Esse problema é de “encontrabilidade digital” – e não física.
 
Felizmente, a quase totalidade das pesquisas feitas pelas pessoas que tem um determinado problema ou uma necessidade de compra específica usa o Google como mecanismo de busca. E o Google evoluiu demais desde que foi lançado. Se você pesquisa um encanador a partir do celular ou do seu computador, ele vai buscar os sites de encanadores mais próximos (no seu bairro, na sua cidade).
 
 
Se você não tem um site, nunca vai aparecer nas pesquisas do Google (isso é chamado de pesquisa orgânica).
 
 
Se você tem, mas tem muitos concorrentes na mesma área geográfica ou área de atuação (o que é comum), a probabilidade de aparecer nos primeiros lugares da “resposta do Google” é muito pequena e vai depender essencialmente de “quanto o seu conteúdo” se encaixa bem com a pesquisa que está sendo feita.
 

Para que você apareça nas primeiras posições de forma “orgânica” (isto é, sem ter de pagar por isso), é preciso fazer uma otimização no seu site para que mecanismos de busca (Google e outros) entendam direitinho o que você está oferecendo e aonde. Isso é chamado de SEO (Search Engine Optimization). O SEO permite colocar informações no seu site que o usuário não enxerga – mas que são 100% visíveis e orientadores para os mecanismos de pesquisa. Assim, quando alguém procura alguma coisa, o que é mostrado deve-se muito mais ao que está invisível para os usuários do que o que é visível.

Se você não fizer o SEO, raramente vai estar na primeira página de respostas. A alternativa neste caso é fazer propaganda do seu site. No Google, por exemplo, o AdWords faz isso: a pessoa digita “oficina mecânica” e ele mostra um pequeno anúncio da sua “oficina mecânica”. Você tem de pagar por isso, para aparecer – você tem que colocar que quer que seu anúncio apareça sempre que alguém digitar “oficina mecânica”. E vai precisar definir o quanto pagará ao Google se a pessoa efetivamente conseguir ver seu anúncio e clicar nele, caindo então no seu site. Ainda que você possa definir coisas como: “só quero que meu anúncio apareça no meu bairro, até 10 quilômetros da minha oficina, somente no horário das 9 às 17 horas, só para maiores de idade, somente nos dias da semana, etc…” você ai ter de definir o máximo que está disposto a pagar para o Google se ele mostrar o anúncio e ele for clicado. Aí você entra num leilão: se você, no momento que alguém pesquisa (dentro das suas condições) estiver pagando o maior valor por clique, seu anúncio aparecerá no topo da página. Agora, se você tem muitos concorrentes que oferecem um valor por clique superior ao seu, pode nunca aparecer. Vai sempre “perder” no leilão – e a única alternativa, nesse caso, é aumentar o valor do lance.

Finalizando e resumindo: para seu produto ou serviço ser encontrado hoje, o primeiro passo é ter um site. O segundo é fazer um SEO mínimo que seja, para ser encontrado “organicamente”. O terceiro é anunciar o site, para ser encontrado, ainda que de forma paga e não orgânica. É possível hoje anunciar nas redes sociais, especialmente Facebook e Instagram. Mas isso requer abordagens diferentes. Quem entra na rede social não entra com “um problema ou necessidade” para resolver já: entra para curtir, se divertir, interagir com outras pessoas. Então é preciso outra estratégia de comunicação. Mas este é assunto para um outro artigo…

Tudo o que você precisa saber sobre Computação em Nuvem nos seus negócios!

Computação em Nuvem para Gestores e Empreendedores

Computação em Nuvem para Gestores e Empreendedores

O que acontece em 1 minuto de Internet (2018)?

O que acontece em 1 minuto de Internet (2018)?

 

Nao noso dia a dia, um minuto parece quase nada.

Mas quando se trata da internet, que tem um larga escala. um minuto de tempo vai muito além do que você pode imaginar. Isso  ocorre porque a Internet tem uma capacidade de conexões numa escala que nossos cérebros, humanos e lineares, não estão acostumados a operar.

O que aconteceu em um minuto da Internet em 2018

O infográfico mostrado a seguir é de autoria de Lori Lewis e Chadd Callahan, da Cumulus Media, e mostra a atividade acontecendo em várias plataformas, como o Facebook ou o Google, a cada 60 segundos.

Isso realmente ajuda a colocar um minuto na internet em perspectiva.

What Happens in an Internet Minute in 2018?

Só um minutinho, por favor

Os números desses serviços são tão grandes que só podem ser exibidos usando uma escala de tempo de 60 segundos.

Qualquer coisa maior, e nossos cérebros nem conseguem processar essas quantidades enormes em qualquer capacidade útil. Aqui estão apenas alguns números-chave escalados mensalmente, para diversão:

  • 42.033.600.000 logins no Facebook
  • 159.840.000.000 pesquisas do Google
  • 1,641,600,000,000 mensagens WhatsApp enviadas
  • 8,078,400,000,000 emails enviados

Em uma base anualizada, os dados se tornam ainda mais ridículos, com algo próximo a 100 trilhões de e-mails enviados. (Não é de admirar que seja tão difícil ter uma caixa de entrada com zero e-mails!)

Como mudou de 2017 para 2018

Veja abaixo uma comparação direta dos dois últimos anos (o crescimento anual é espantoso):

2018 vs. 2018

O maior e mais notável salto vem nas horas assistidas pela Netflix – um número que é tão bom que fica difícil acreditamos que seja verdade. Embora não saibamos a metodologia exata desses cálculos, sabemos que em dezembro foi anunciado pela Netflix que os usuários estavam assistindo aproximadamente 140 milhões de horas por dia. Fazendo as contas por regra de três, isso daria cerca de 100.000 horas por minuto. O que já seria bom demais, comparado ao ano anterior

Consequências para quem trabalha trabalha com Marketing Digital

Vida útil de Uma publicaçãoNada dura muito na internet, mesmo ficando registrado, pois a produção de nova informação se sobrepõe às informações anteriores e, no caminho, você não consegue ler tudo em todos os lugares. Acabe vendo as mais recentes http://studioartte.com.br/2018/03/a-vida-util-de-postagens-em-redes-sociais.

Veja a duração das principais mensagens registradas e trafegadas na Internet. Se você não gera novos conteúdos, fica literalmente esquecido e perdido, com mensagens para trás, que “caducam”.

Por isso conteúdo novo e constante é o que atrai e mantém fiéis seus públicos alvo!

 

 

 

 

Fontes:

Tudo o que você precisa saber sobre Computação em Nuvem nos seus negócios!

Computação em Nuvem para Gestores e Empreendedores

Computação em Nuvem para Gestores e Empreendedores

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