Serviços de marketing em aplicativos móveis: cativando o cliente e ampliando oportunidades de negócios

Serviços de marketing em aplicativos móveis: cativando o cliente e ampliando oportunidades de negócios

O jeito mais fácil – e barato – de fazer com que sua base de clientes seja sempre crescente é não perder clientes dessa base. É uma questão de aritmética simples.

Se perder, precisará repor a quantidade perdida. Se quiser crescer, além da quantidade a ser reposta, será preciso agregar novos clientes. O “Estoque de Clientes” é uma equação simples: Clientes = Clientes Antigos + Clientes Novos.

Está mais do que comprovado que é muito mais lucrativo investir para manter os clientes do que para captar novos. Ironicamente, a maioria das empresas investe uma tonelada de dinheiro para atrair novos clientes – e praticamente nada para manter os seus.

Aplicativos móveis trazem a oportunidade de manter e reter os clientes do seu negócio, porque podem oferecer serviços e processos que facilitem a interação com a marca, mantendo uma espécie de excelência no relacionamento. Praticando um marketing de qualidade. Exemplos:

REDUÇÃO DE ATRITOS: é possível conhecer com profundidade as expectativas dos clientes atuais. Identificar sua satisfação e necessidades não preenchidas. É possível fazer essas pequenas enquetes via aplicativo, colher resultados e direcionar ofertas muito atraentes (e honestas) para a base de clientes existente. Ou ajustar serviços e produtos que estão gerando atrito com a marca, identificando pontos que geram insatisfação e, na sequência, aumentando a qualidade das ofertas. Gerando mais valor para os clientes “em carteira”.

COMUNICAÇÃO CONTÍNUA: o dispositivo móvel é campeão para esta finalidade. É possível estabelecer um calendário de comunicações, que vai rodando de acordo com uma sequência programada. Podem ser “pushs”, e-mails, telefonemas – não importa. O importante é que o cliente sinta que ele está tendo atenção verdadeira: recebendo ofertas especiais, agradecimentos, recebendo retornos, tudo com um toque personalizado. Isso faz com que se sintam “considerados” pela empresa e ajudam a interagir com a aplicação mais e mais. Tornando-a mais efetiva e eficaz.

  • VENDAS CONTÍNUAS: Algumas empresas fazem um excelente trabalho de marketing para conseguir novos clientes e fechar a primeira venda. Depois, sabe-se lá por que, não se comunicam mais com os clientes – exceto para cobrar as faturas. Seu aplicativo móvel pode aumentar muito a satisfação de seus clientes:
  • Mandando comunicações que reforçam a atitude de compra, mostrando para o cliente que ele tomou a decisão certa ao adotar o produto ou serviço da sua marca. Evitando a famosa “dissonância cognitiva” que pode virar uma propaganda negativa, especialmente se o cliente postar críticas em redes sociais e sites de reclamação;
  • Dando dicas de facilidades para interagir com a empresa em caso de qualquer necessidade ou mesmo dicas de uso do que foi comprado?;
  • Oferecendo produtos e serviços que complementam a compra realizada, pois isso pode aumentar a utilidade do produto ou serviço para o cliente, além de obviamente aumentar as vendas;
  • Sugerindo a troca por um novo modelo de produto (ou um novo plano de serviço) depois de um período adequado.
    Os aplicativos móveis permitem adotar uma postura de estar vendendo sempre para quem já comprou, com a grande vantagem de poder personalizar essa oferta, oferecendo o produto certo, no tempo certo, para o comprador certo.

SUPORTE PÓS-VENDAS FACILITADO: os clientes não querem perder tempo com deslocamentos físicos, procurando telefones de assistência e falando com máquinas e gravações, passando por scripts de call centers, etc… Querem registrar uma ocorrência do modo mais rápido e fácil e querem ter uma resposta da empresa que seja ágil e adequada. Se esse canal de comunicação for oferecido pela aplicação móvel – e houver realmente uma estrutura da empresa gerando os retornos adequados sua empresa surpreenderá seus clientes. Claro, será necessário criar processos internos que reflitam esse desejo verdadeiro de manter um relacionamento transparente com os clientes mas, no Brasil, isso por si só já é um diferencial, uma vez que estamos “acostumados” a sermos maltratados e a lidarmos com o baixo nível de qualidade do suporte pós-vendas.. Ou seja, há uma grande oportunidade de surpreender os clientes, oferecendo um nível de serviço muito melhor que o de seus concorrentes. Quando os serviços pós-vendas são ruins, o cliente não vê nenhum motivo para continuar fiel à sua marca – e muda para seus concorrentes por qualquer oferta de preço.

Em geral as empresas enxergam reclamações como “problemas” – e não como oportunidades. Mais de 90% dos clientes insatisfeitos não reclamam : simplesmente mudam de marca (ou nunca mais compram da sua empresa). Não reclamar não quer dizer que não exista insatisfação: muita gente acredita que reclamar não fará a menor diferença para a empresa. Os que não reclamam para sua empresa em geral falam mal da sua marca onde for possível. Já os 10% (ou menos) que reclamam estão na verdade dando um feedback gratuito e extremamente valoroso acerca de seus produtos e serviços. Escutá-los e dar retorno adequado é o caminho para manter sua fidelidade e as compras futuras. Além de obter insumos para mudar as ofertas de seus produtos e serviços, evitando perpetuar os problemas que apareceram no passado.

Pense em tudo o que um aplicativo móvel pode trazer de bom para seus clientes, mantendo-os fiéis. É um investimento com retorno garantido. E desenvolva seu aplicativo com empresas que possam entender que á o seu negócio e como gerar valor para seus clientes. Evite fazer mais um catálogo de produtos que pode ser lido no celular: isso não vai alavancar em nada suas vendas e muito menos vai fidelizar sua base de clientes.

Alcides Soares Filho – Administrador de Empresas pela FGV e consultor de marketing

A Nova Geração de Aplicativos Móveis

A Nova Geração de Aplicativos Móveis

Uma nova geração de aplicativos móveis está surgindo. Eles resolvem problemas reais dos clientes e são integrados aos processos de negócio, por isso têm vida perene nos celulares dos usuários e não são apagados na segunda utilização.

Em 2015 o número de consultas na Internet através de dispositivos móveis ultrapassou o de computadores desktop e laptops. Esse fato já era esperado, uma vez que as pessoas utilizam seus smartphones praticamente o tempo todo, o que não ocorre com seus computadores tradicionais. No Brasil, já são mais de 70 milhões de usuários que utilizam smartphones para se conectar à Internet. Esses usuários consultam seus aparelhos em média 150 vezes por dia, gastando 177 minutos nessa interação diária com seus dispositivos.

Segundo pesquisa divulgada pelo IBOPE, em dezembro de 2015, os donos de smartphones no Brasil possuem em média 15 aplicativos instalados em seus aparelhos. Os aplicativos mais populares são aqueles voltados para troca de mensagens e comunicação, redes sociais, mapas e entretenimento (música ou jogos em geral). Dentre os aplicativos desenvolvidos por empresas tradicionais, apenas os dos bancos figuram entre os mais populares, justamente porque resolvem problemas reaisdas pessoas.

A primeira geração de aplicativos móveis

Realmente, a maioria dos aplicativos desenvolvidos por empresas tradicionais, seja no Brasil ou no exterior, não passam de meros catálogos de produtos ou serviços que oferecem pouca ou nenhuma utilidade para a vida das pessoas.

Em um primeiro momento, quando os smartphones ainda eram novidade, a tecnologia móvel parece ter sido enxergada pelas empresas apenas como mais um canal promocional, e seu uso ficou restrito às campanhas de comunicação empresarial, normalmente sob responsabilidade de agências de propaganda. O resultado foi uma enxurrada de aplicativos móveis estáticos, catálogos ou promoções temporais associadas a campanhas – na linha do “ganhe isso se fizer aquilo”. Uma vez baixado um aplicativo desse tipo, ele logo vira um espaço ocupado que acaba sendo apagado depois do primeiro ou segundo uso, para dar lugar a outras aplicações.

Esse fenômeno lembra muito o início da Internet, quando várias empresas começaram a colocar de forma estática seus produtos e serviços em catálogos eletrônicos da Web. Foi necessário algum tempo para se entender que, diferentemente dos meios de comunicação de massa, que são unidirecionais, a Internet permite interatividade e o usuário é capaz de se expressar, de criar conteúdo e de interagir com suas marcas e produtos preferidos, reatribuindo significados e gerando valor por ele mesmo. Assim, as empresas começaram a oferecer sites dinâmicos, interativos –  e as mais bem sucedidas foram aquelas que disponibilizaram serviços úteis para seus clientes.

Migrando da telona para a telinha

Um primeiro desafio para as empresas, no que se refere à tecnologia móvel, foi adaptar seus sites Web para a tela dos smartphones. Já no ano passado, refletindo o aumento da popularidade do acesso à Internet via dispositivos móveis, o Google passou a penalizar, em seu mecanismo de busca, os sites que não estivessem adaptados a esses dispositivos.

Porém, oferecer aos usuários de smartphones apenas o que já estava disponível na Web é ignorar a grande diferença entre os dispositivos móveis e os computadores pessoais: as pessoas utilizam seus aparelhos móveis o tempo todo. Mais do que um canal de comunicação, o smartphone representa para as empresas uma oportunidade de engajarseu cliente. É justamente aí que reside o maior valor de se oferecer um aplicativo móvel realmente útil para o cliente final.

O que é um aplicativo útil?

Um aplicativo útil é aquele que resolve um problema real da vida do cliente no momento de necessidade dele, no contexto em que ele se encontra. Pode ser um conjunto de operações simples, como a de eliminar barreiras de comunicação entre o cliente e a empresa – permitir, por exemplo, acompanhar de forma transparente o processo de atendimento de uma encomenda, de uma reclamação ou de uma sugestão. Mas pode ser também a realização de tarefas mais complexas, como é o caso das operações bancárias. Não por acaso, os aplicativos dos bancos estão entre os mais populares, pois é possível fazer a grande maioria das transações bancárias através do smartphone, eliminando a necessidade de ir a uma agência ou até de utilizar os sistemas de Internet Banking tradicionais via Web.

Outros exemplos interessantes incluem os aplicativos de algumas companhias aéreas, que permitem fazer check-in, consultar o portão de embarque e verificar a pontualidade do voo. Os aplicativos de algumas lojas de conveniência que permitem acompanhar o acúmulo de pontos de seus programas de fidelidade e até a realização de pagamentos pelo smartphone. Ou ainda o aplicativo de uma rede de “fast-food” que permite que se faça o pedido para viagem antes de chegar à lanchonete, agilizando o processo de atendimento.

Todos esses exemplos mostram que uma nova geração de aplicativos móveis começa a surgir. São aplicativos que geram o engajamento do cliente com a marca e colocam esse cliente dentro de pelo menos alguns dos processos de negócio da empresa. Tais aplicativos estendem os processos para além das fronteiras das organizações e se tornam verdadeiras plataformas de negócios.

Integração com sistemas transacionais

Um dos principais desafios dessa nova geração de aplicativos móveis é a necessidade de integração com os sistemas transacionais já existentes, que automatizam os processos de negócio da empresa. Muitas vezes, sua construção inclui a necessidade de revisitar alguns desses sistemas, além de reavaliar os próprios processos e preparar as pessoas para os novos modelos de atendimento.

Depois do sucesso de algumas iniciativas pioneiras, essa mudança na forma de encarar os aplicativos móveis dentro das empresas começa a se popularizar. E tem alterado significativamente o cenário do mercado de construção desses aplicativos. Depois de uma primeira onda, em que estúdios de criação e design, mais voltados para aspectos de estética e de usabilidade, eram requisitados para a tarefa de desenvolver aplicativos, mais recentemente o mercado tem se voltado para empresas que tradicionalmente atuam no desenvolvimento de sistemas transacionais mais complexos.

Um exemplo disso é o que vem ocorrendo aqui na OPUS Software, que desenvolve softwares há quase 30 anos, construindo sistemas críticos e complexos para médias e grandes empresas, além de plataformas de automação bancária e processamento de cartões.

A nova geração de aplicativos móveis é integrada ao negócio

Há algum tempo os clientes nos procuravam para desenvolver aplicativos móveis simples, tipicamente promocionais. Nos últimos meses, a empresa tem sido bastante requisitada para a construção de aplicativos móveis integrados aos processos de negócio.

As encomendas de aplicativos mais complexos eram apenas de empresas startup que têm seus modelos de negócios completamente baseados nos dispositivos móveis. Mais recentemente, empresas tradicionais de diversos segmentos, como serviços, indústria e varejo, têm nos procurado com projetos mais ousados, que incluem a integração com seus sistemas de retaguarda e até a alteração de alguns dos processos de interação com seus clientes.

Para atender bem a essa necessidade, nossa grande experiência com sistemas de missão crítica e alta demanda de processamento ajuda a conceber soluções que suportam um grande volume de usuários.

Conhecimento sólido faz diferença

Nesse novo cenário, a confiabilidade e desempenho dos aplicativos é um dos fatores críticos de sucesso. Não por acaso, também existem alguns casos de clientes que nos procuram para reconstruir aplicativos que foram desenvolvidos sem respeitar os preceitos fundamentais de engenharia de software e, por isso mesmo, acabam deixando a desejar em termos de qualidade e funcionalidade, frustrando os usuários e comprometendo a imagem de qualidade da empresa. São aplicativos que não agregam valor para seus usuários – e que acabam sendo apagados rapidamente.

Como Vender Mais E Melhor Pela Internet?

Como Vender Mais E Melhor Pela Internet?

Vender pela internet é uma realidade.Basta analisar os números. Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o faturamento das vendas neste setor deve crescer 16%, em comparação a 2018, atingindo R$ 79,9 bilhões em comercializações online neste ano de 2019.

Isso mesmo: neste ano teremos quase 80 Bilhões de reais gerados por vendas pela internet. Como “afiliado”, você certamente irá fisgar parte desse dinheiro.

Mas não é tão fácil assim vender online. Você precisa ter muito mais que um website bonito e uma oferta interessante. Você precisa conectar-se com seus “leads”.  Nesse artigo vou citar dois fatores que a neurociência comprova como essenciais para criar essa conexão e tornar o processo de compra mais natural.

NEUROCIÊNCIA E VENDAS ONLINE

Desde a década de 90 cientistas empenharam-se em entender o funcionamento do cérebro humano e suas reações a estímulos externos.

Por exemplo, a anúncios e campanhas publicitárias em geral. Com centenas de estudos e milhares de laudos foi possível identificar alguns pontos essenciais para conectar com o cérebro do cliente. A partir daí foi possível ter uma certa previsibilidade no processo decisório de compra, permitindo-nos facilitar a conversão de leads em clientes. São conceitos que, uma vez entendidos, podem ser aplicados imediatamente em suas campanhas de comunicação e vendas.

CONCEITO A – IMAGENS CORINGA

Existem algumas imagens que chamam mais a nossa atenção do que outras.

Por exemplo:

Em uma loja online de jóias para umbigo, podemos apresentar o produto de duas maneiras diferentes:

Opção 1

Opção 2

Qual das opções chamou mais a sua atenção?

Independente do sexo, idade ou etinia, a opção 2 certamente causa um impacto maior no ser humano. Isso se deve ao fato de que imagens da região abdominal (seja de homens ou mulheres) despertam o interesse alheio. Cientistas chegaram à essa conclusão após analisarem centenas de eletroencefalogramas observando as regiões cerebrais que são ativadas ao expor o indivíduo analisado à figuras como essas.

Mas, e se eu desejar divulgar serviços, e não produtos tão específicos como o exemplo acima? Felizmente temos mais alternativas como imagens coringa, que poderão ser utilizadas com sucesso em sua campanha publicitária.

Abaixo seguem 5 exemplos de imagens coringa:

  1. Imagens que contenham olhos marcantes. As pessoas se conectam com olhares. Podem ser olhos humanos ou de animais fofinhos. Só é preciso tomar cuidado para não deixar sua publicidade com um ar muto intimidador. Isso geralmente acontece quando você utiliza por exemplo olhos de onça em tons escuros.
  2. Imagens que contenham bebês, sejam eles humanos ou animais. As pessoas amam conectar-se com filhotes. Ao olhar uma publicidade com um filhote geralmente soltam um: “Uau, que fofo!!!”. Dependendo da sua oferta essa reação pode ser positiva.
  3. Imagens que contenham rosto humano.  Rosto humano conecta, e conecta muito! Desde muito cedo somos condicionados a aprender e perceber o mundo à nossa volta, enquanto seres sociais, prestando atenção em outras pessoas. Em outros rostos, em outras fisionomias com dezenas de expressões. Quanto mais expressivo for, mais interessante fica e automaticamente capta mais atenção.
  4. Imagens que quebrem padrões do seu “avatar”. Por exemplo, o avatar que aspira por mais dinheiro, ignoraria absolutamente tudo o que estiver acontecendo ao seu redor. Por exemplo, se ele se deparasse com uma imagem ou com um vídeo de dinheiro pegando fogo. Outro exemplo: O avatar que preza pela estabilidade em um cargo tradicional no mercado de trabalho, teria sua atenção quase que completa para um anúncio que mostra uma carteira de trabalho picotada ou queimando. A quebra de padrão é impossível de ignorar, porém ela só funciona se você conhecer a fundo o seu avatar.
  5. Imagens com partes do corpo em específico (sem vulgaridade): Imagens do corpo humano que captam o olhar de interesse não precisam necessariamente serem vulgares. Partes do corpo como: nuca, abdome e panturrilha (batata da perna) são exemplos que podemos utilizar à vontade dependendo do contexto. Obviamente glúteos e seios chamam atenção mas, é importante lembrar, desejamos vender nossos produtos e serviços e não a modelo, correto?

CONCEITO 2 – CORES ESTRATÉGICAS

Usar cores de maneira estratégica soou como um mito por muito tempo. Mas não é algo assim tão banal de acordo com estudos recentes. Quer descobrir o mistério por trás das cores? Continue lendo.

O que são as cores afinal? Cores são manifestações de luz refletida ou absorvida pelos elementos. Esse comportamento da luz sobre os elementos produz uma determinada frequência e esta por sua vez é captada por um órgão complexo (nossos olhos) e processadas em nosso córtex ocipital (parte do cérebro que fica um pouco acima da nossa nuca).

A mágica acontece quando a cor é processada em nosso cérebro. Ao processar cada cor, nosso cérebro produz mais ou menos substâncias (neurotransmissoras) e a quantidade dessas substâncias é capaz de determinar o que sentimos. Agora leia novamente esse parágrafo. Entendendo-o, você irá tomar o máximo de cuidado ao escolher a cor dos botões de ação e da sua identidade visual.

Abaixo citamos algumas cores e os efeitos que elas causam ao serem processadas pelo nosso cérebro:

  1. Tons de Azul:  Inspiram confiança, segurança, força, maturidade, harmonia e constância.
  2. Tons de Amarelo: Inspiram otimismo, clareza, calor, energia, prosperidade e alegria.
  3. Tons de Laranja: Inspiram alegria, lealdade, amizade, jovialidade, força, entusiasmo e energia.
  4. Tons de Roxo: Inspiram nobreza, intelectualidade, criatividade, sabedoria, imaginação, sucesso.
  5. Tons de Vermelho: Inspiram ação, excitação, pressa, juventude, coragem, paixão;
  6. Tons de Cinza/Preto: Inspiram  neutralidade, equilíbrio, calma, passividade, exclusividade, prestígio, luxo.

A essa altura você  já tem condições de otimizar melhor seu website, seu funil, seu cartão de visitas, sua identidade visual, seus anúncios, ou seja, sua campanha de marketing em geral.

Turbine suas vendas de MMN (Marketing de Multinível)

Turbine suas vendas de MMN (Marketing de Multinível)

Situação da Economia: onde entra o Marketing de Multinível

Temos hoje 14 milhões de pessoas desempregados no Brasil, de acordo com o IBGE (instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), além de mais ou menos a mesma quantidade de pessoas que desistiram de procurar emprego (e que, por terem desistido, não entram nas estatísticas oficiais, segundo a metodologia do IBGE).

Ou seja, temos hoje uns 28 milhões de pessoas que precisariam estar empregadas, gerando renda para si e suas famílias. (para maiores detalhes, leia “O Mercado é Grande“)

Nesse volume imenso de pessoas, encontramos de tudo: desde gente que faz paninho pra vender no farol  ou faz doce/salgadinho pra bar e restaurante (não tem nota-fiscal, não é MPE, não é coisa alguma), até gente trabalhando com os “Hinodes”  da vida, ou diretamente com empresas de marketing multinível – e suando muito para conseguir uma remuneração satisfatória. Todos tem que caçar ao menos um leão por dia.

ANTES DA CRISE, o Jornal Estado de São Paulo já noticiava que quase dois terços dos brasileiros recorrem ao bico para fechar contas. 64,4% de toda a população realizou algum tipo de trabalho informal para equilibrar as finanças pessoais no fim do mês. Imagine agora, coma  crise, onde se estima que levaremos 8 anos para retornar ao índices de desemprego de 4 anos atrás?

O jeito de não ficar parado é empreender. Fazer alguma coisa. Por isso muita gente que aceita trabalhar em rede de vendas de marketing multinível, para gerar uma renda extra, não importando nem quanto, nem como, nem quando: qualquer coisa é melhor do que ficar parado!

Este artigo fala das coisas boas e ruins de adotar o MMN – Marketing Multinível – como um modelo de sobrevivência. E mostra opções de como o trabalho com MMN pode ser turbinado, multiplicando os resultados…

É fato que as boas opções não são fáceis de serem encontradas na Internet, onde há oferta de tudo quanto é coisa e onde todos se oferecem como a solução definitiva para seus problemas financeiros… Muita mentira rolando solta. Mas aqui você teve sorte e chegou numa alternativa que pode ser a diferença na sua vida.

Conceito Básico do Marketing de Multinível (para quem não tem muita ideia do que é, senão pode pular)

Essencialmente, o Marketing de Multinível (MMN), ou Marketing de Rede, como também é chamado é uma forma de levar produtos e serviços diretamente aos consumidores. Sem intermediários de uma cadeia de distribuição (atacadistas, lojas) e sem os custos de campanhas publicitárias gigantescas. E montada uma estrutura de distribuidores diretos, independentes, formadas por indivíduos que, além de poderem vender o produto ou serviço, podem também nomear e patrocinar outros distribuidores independentes.

Com isso, além de obter comissões de vendas geradas pelas próprias vendas, criam “debaixo” de si uma organização distribuidora, com outros distribuidores independentes, o que em tese pode multiplicar exponencialmente suas comissões de vendas, uma vez que se apropriam de uma percentagem das vendas dos distribuidores a eles ligados.

Isso teoricamente cria uma poderosa forma de alavancar negócios sem que seja necessário fazer  novos e altos investimentos. Mais que isso: esses distribuidores independentes podem continuar continuam a vender e patrocinar  mesmo que o distribuidor “cabeça de chave” decida parar vender, mantendo com isso uma renda residual e que é chamada de “alavancada” pelo exército de distribuidores associados que conseguir manter..

Verdades e Mentiras sobre MMN (marketing de multinível)

Verdade: O marketing multinível (MMN) ou marketing de rede é um modelo de vendas em que um revendedor ganha uma participação nas vendas geradas por ele e também por sua rede de revendedores.

Verdade: Quanto mais recrutar vendedores em sua rede, mais o revendedor aumenta suas receitas, mesmo que ele, em si, não gere vendas diretamente para seus clientes. Assim, um revendedor, além de vender, procura atrair novos distribuidores para o negócio, potencializando o aumento de seus ganhos. E passa a ganhar uma remuneração (uma comissão) sobre os trabalhos dos “seus” revendedores afiliados.

Mentira: Se um vendedor não vender nada diretamente para seus clientes, poderá viver tranquilamente somente com as comissões recebidas de suas redes de revendas, sem fazer nada. Não é possível não fazer nada: quanto mais revendedores tem, maior o grau de suporte e atenção é necessário para ajudar cada participante da rede a atingir. Isso envolve treinamento, respostas a consultas, ajuda no encaminhamento de problemas comerciais. O vendedor acaba se tornando mais um gerente/coordenador da rede do que uma pessoa que gasta 100% do seu tempo fazendo exclusivamente vendas para seus clientes diretos.

Verdade: quanto mais bem preparada for a equipe de revendedores maiores serão as receitas de comissionamento. Claro: um time bem preparado faz a diferença na hora de vender. Isso implica em que a equipe conheça muito bem todos produtos comercializados e toda a política/sistema de comercialização. Em geral isso envolve treinamento, como foi falado no item anterior. E o líder da equipe precisa de disciplina, tempo e um pouco de pedagogia para fazer isso bem feito.

Mentira: A produtividade das vendas será sempre diretamente proporcional à quantidade de vendedores da rede, Quanto mais vendedores, mais receitas. Automaticamente. Isso não ocorre necessariamente. Cada novo elemento precisa ser treinado e, normalmente, sua produção de vendas é menor que a de vendedores participantes mais antigos e mais experientes. Na verdade, ao crescer, há sempre o perigo de reduzir a produção média de vendas por vendedor. É preciso agregar novos vendedores com perfil e garra para aprender e para vender. Colocar mais gente na rede sem qualificação ou qualidade aumenta o número de problemas e não gera vendas marginais significativas. Ou o pessoal “sai da rede” com a mesma facilidade que entrou.

Mentira: é fácil crescer a rede porque não há investimentos iniciais para os novos vendedores. Isso poderia ser verdade se a empresa escolhida tivesse produtos que fossem apenas oferecidos por catálogo. Isso nem sempre ocorre: há empresa que exigem que seus “vendedores” façam a formação de um estoque inicial. E há outra questão: o tempo gasto em orientação e treinamento, por parte do líder da rede, também tem um custo de oportunidade: ele poderia estar gerando mais receitas se dedicasse esse tempo às próprias vendas.

Mentira: o crescimento das vendas é muito rápido, porque os vendedores da rede podem formar suas próprias redes e o líder da rede original (raiz) passa a receber comissões sobre a venda de sua rede e também sobre a venda de suas sub redes. Primeiro, à medida em que as sub redes vão se formando, a contribuição marginal para o líder raiz da rede é menor. Segundo: essas sub redes terão seu próprio tempo de maturação: vão demorar um nível de eficiência de vendas que seja parecido com o da primeira rede raiz. O aumento das receitas ocorre cada vez mais lentamente – e com menor grau de significância em relação às receitas totais.

Mentira: Todas empresas que trabalham com MMN – Marketing Multinível – são boas. Há empresas excelentes, mas há muito mais empresas que oferecem seus produtos fora da rede, competindo com a própria rede de distribuição multinível. No fundo, fazem venda direta ao cliente final, justificando que estão cobrando preços superiores àqueles que sua rede MMN oferece no mercado. Ou seja, além de cobrarem mais caro, não pagam comissionamento a ninguém, ampliando em muito a sua lucratividade. Em geral, essas mesmas empresas “empurram” um estoque inicial para os revendedores da cadeia de MMN, convertendo-os em compradores compulsórios antes de verdadeiramente tratá-los como uma peça chave de sua cadeia de distribuição. É um desrespeito e, de certa forma, um abuso. Essas empresas demonstram que, na verdade, sua rede MMN é apenas mais “um tipo de cliente” que, por precisar gerar renda para sobreviver, arrisca todo o dinheiro que tem para comprar um estoque que nunca sabe se vai de fato vender – e por isso fica com os “micos” do que não conseguir vender.

Mentira: você vai se tornar milionário, ganhar muito dinheiro. Conversa mole. Somente os líderes que estão no topo das redes vão ganhar muito com o seu trabalho e dos revendedores abaixo deles. A maior parte das pessoas que investem em MNN ou perdem dinheiro, ou ganham muito pouco. Por exemplo, isso ocorre numa das maiores empresas de MMN, a Amway: menos de 1% tem o nível de diretor, o resto dos 99% tem uma comissão bruta média (sem descontar impostos) de R$40 por semana, menos de R$200 por mês. Não é a toa que a maior parte dos revendedores desististe no primeiro ano de atuação. Segundo a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), no primeiro semestre de 2017 as vendas brutas foram de R$ 21 bilhões e o número de revendedores era de 4.2 milhões. Isso dá R4 5.000 por semestre por revendedor, cerca de R$ 830 por mês. Mesmo imaginando uma comissão média de 20% sobre as vendas, isso dá uma remuneração bruta de R$ 160 reais por mês para cada revendedor. Por isso MMN pode ser uma fonte de renda extra, mas nunca vai ser um gerador de renda efetivo para quem não está no topo das redes…

Mentira: O mercado de MMN está crescendo e é muito relevante. Segundo os dados da própria ABEVD, as vendas encolheram de 2017 em relação a 2016 e o volume de negócios correspondeu a apenas 8% do PIB da indústria de transformação. A queda de vendas pode ser explicada pelo cenário macroeconômico no Brasil, que também teve índices negativos. Mas a realidade é que existe um modelo antigo de fazer MMN (que vai acabar porque é baseado em reuniões em hotéis, revendedores com estoques e que essencialmente vendem para parentes e amigos ou contatos frios – o que limita muito sua atuação e crescimento). E existe um modelo novo, que é baseado em Internet (que implica em trabalhar sem estoques, atrair e cadastrar pessoas novas usando funis de vendas online, usando técnicas de marketing digital).

Turbine suas ações de MMN (marketing de multinível) e automatize suas vendas, multiplicando resultados

Você que conhecer o NOVO jeito de trabalhar com MMN? Então veja o vídeo abaixo. 

O mundo mudou, virou digital

O seu trabalho com MMN também tem que se digitalizar.

Deixar de atuar como um empreendedor que se enxerga como “revendedor” ou como um vendedor que trabalha com catálogo, estoque e vende para amigos e parentes, num segmento geográfico específico.

Você pode mudar sua cabeça, passar a se ver como um empreendedor digital que tem uma “franquia de uma ou várias marcas“, uma “microfranquia digital“. Que pode atuar em qualquer lugar do mundo, a partir de sua casa, usando técnicas de marketing digital, sem limitações geográficas. E, ao recrutar afiliados, dar a mesma ferramenta  para que ELES também façam negócios multiplicadores. Aí sim, você começará a ganhar um bom dinheiro. Mas o ponto de partida é você mudar sua cabeça: deixar de querer ganhar uma renda extra e assumir que quer ganhar MUITO MAIS DO QUE PRECISA – e que vai fazer isso dum jeito diferente, a partir de hoje.

Sim, o mundo mudou, e a BuilderAll está aí para alavancar seus negócios MMN. E ajudar você a mudar o seu destino.

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